O canto do canário
Um canário na gaiola
Era sempre escutado.
O seu canto, muito lindo,
Era bem admirado.
Todos os dias logo cedo
E até o fim do dia,
Quem passava lá na rua,
Já ouvia a sinfonia.
Certa vez apareceu
Na gaiola do alpendre
Outra espécie de canário
Duas jaulas frente a frente.
Sem mais nada para fazer,
Conversaram de imediato.
Ao canário mais antigo
Perguntou o mais novato:
"Meu amigo de exílio,
A mais tempo estás aqui.
E por que demoras tanto
Para gritar "quero ser livre?"".
"Meu amigo canarinho",
Respondeu o veterano,
"Isto eu grito todos dia,
Mas só sei gritar cantando!"
Um canário na gaiola
Era sempre escutado.
O seu canto, muito lindo,
Era bem admirado.
Todos os dias logo cedo
E até o fim do dia,
Quem passava lá na rua,
Já ouvia a sinfonia.
Certa vez apareceu
Na gaiola do alpendre
Outra espécie de canário
Duas jaulas frente a frente.
Sem mais nada para fazer,
Conversaram de imediato.
Ao canário mais antigo
Perguntou o mais novato:
"Meu amigo de exílio,
A mais tempo estás aqui.
E por que demoras tanto
Para gritar "quero ser livre?"".
"Meu amigo canarinho",
Respondeu o veterano,
"Isto eu grito todos dia,
Mas só sei gritar cantando!"
Sylvio Luiz Panza

2 comentários:
Olá, Priscila.
Meu nome é Sylvio. Sou o autor desta quadrinha. Gostei muito de "me encontrar" no seu blog.
Parabéns pelo seu trabalho.
Um grande abraço,
Sylvio Panza.
pantam@ig.com.br
www.futurosleitores.com.br
Olá Sylvio. Fiquei muito honrada com seu comentário. Sou fã dessa sua quadrinha. Quando li fiquei muito emocionada!
Obrigada
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